As vezes só tenho vontade de escrever.
Permaneço inerte em meio aos meus sentimentos.
Acho que as emoções me enlaçam de maneiras diferentes.
Contribuí ontem com o assassinato da minha respiração e a ansiedade tomou conta.
Senti-me culpada. Contudo, quem irá me condenar?
Traspassei os olhos que me acalmam.
Encontrei ar.
Vi um filme, ele dizia “As coisas não mudam. As pessoas devem mudar para que as coisas mudem.”.
Senti-me culpada. Contudo, que irá me condenar?
Olhei a minha volta permaneci a beira de questões flutuantes.
Questiono muito. Sempre. As vezes sem necessidade.
Tenho almas puras que me seguram. Grandes seres humanos. Grandes corações.
Semana passada, sofria com o mundo. Então olhei, já eram 23h. Hora de comprar mais fichas para a montanha-russa do viver.
Nem sempre o que digo é sobre mim. Gosto de inventar poesias anatômicas.
Acordei em transições. Quero fichas, não lágrimas.
Eu sou meu próprio condenar e ao meu próprio espírito cabe cogitar.
Olhei a Vontade e ela me disse que corria à solta, mas quem faltava mesmo era a Força.
Engraçado como a gente sempre canta as músicas com as letras erradas.
Acho que a vida é assim, aceitar que de vez em quando você está cantando errado, mas que a nova forma de cantar é bonita também.

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