Vi ao longe as palavras desconexas partirem constrangidas por não serem entendidas dentro de suas loucuras limiares. Alguns desperdícios são maiores que outros e dentro deles se formam as lágrimas que de tanto despejadas hidratariam Desertos do Saara. Agora diga-me como algumas noites em grandes lonjuras fixam-se em infinitos distantes podendo jamais terminarem? Constituo em mim fantasmas dispersos propositalmente aterrorizando as positividades lunares. Um grande erro que cometo é afundar-me em cobertas sem querer abrir as janelas. Minha avó certamente riria se eu a contasse como problematizo fantasias e bobeiras desajeitadas. É inegável o peso de uma ansiedade que prioriza a ela mesma, adora um egocentrismo jovial e se alimenta de piscares de olhos desprotegidos na madrugada. Agora diga-me se entre as maravilhas de um viver inconstante existe o aceitar-se em si mesmo? Somos todos feitos de questões incomparáveis e de experiências indomáveis. O entender-se em sua própria alma é um diário viver de completas metamorfoses. Se prefiro as negatividades me afirmo apenas um ser humano esquecido ou um estagnado indivíduo?

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