Das influências de um existir me torno um ‘eu’ inconsciente. A questão básica do agir me parece muitas vezes instintiva e peculiar diante das infinidades da vida. O ponto que perturba é o interesse alheio em mudar isso. Não desejo enxergar o mundo através de outros olhos senão os meus, nem pretendo fazer dos meus passos os mesmos sapatos do outro que já os experienciou. Se o padrão me persegue eu choro, esperneio, grito e ele apenas sorri todo faceiro, orgulhoso do seu domínio barato. Caminhava despreocupada e me choquei contra a muralha de preocupações que antes era macia e naquele momento endureceu feito bolo sem fermento. Meu travesseiro é minha consciência e seu desconforto perante o meu relutar noturno é certo. Em dias de sol procuro colocá-lo diante dos raios quentes para que não se torne tão pesado de ansiedades ao passar dos tempos. Olhei o infinito de experiências que já vieram e ainda virão. Algumas são desgostosas e outras não. As Palavras purificam mais do que água, por isso não as deixe expostas a precariedades inerentes.

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