O expandir-se sem cicatrizes é fálico. No interior solitário da ilusão há o que se chama de “comodismo absoluto”. A fantasia é caridosa em suas intensidades e os dias tornam-se realidades infames. O olhar tomou um copo de “autolocalização” espacial. A forma específica do agir não é necessariamente a verdade em si, mas a possibilidade de um habitar silencioso. Uma respiração fraca, um coração ardente, músculos rijos e espasmos independentes. A consciência não impera os vazios desérticos que dominam os estopins foscos. A decadência é a falta do querer e a falsidade do ser/existir. A luz penetrante irradia a utopia possível. Queria que a proximidade da certeza e do futuro fosse intensa. Contudo, descobriu que do acaso pode-se criar uma imunidade tributária primordial aos que não desejam um pagamento de lágrimas antecipado. A Paciência é um tanto quanto irônica quando o Tempo se faz infindável no existir factual. Alinhou-se em uma desmaterialização e reconstruiu a partir de um grão um feixe, pois das impossibilidades da vida só existem as velhas e suspensas negações.

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