Um olhar embaçado fita o distante horizonte de sentimentos humanos incontroláveis. Talvez seja mais fácil sentir do que escrever, contudo a poesia sempre nos faz tremer ao menor resquício de insanidade. Não posso dizer que costumava caminhar a procura de especificidades mentais ou que cada interessante produto surgiu de uma bela conta numérica. Há saídas inexistentes em alguns corações relutantes assim como portas para formidáveis percepções de vida. A esperança é de que o corpo e a mente em algum momento desejem agir em uma tarefa conjunta e finalmente compreendam o fator parceria. Costumava pensar na natureza como um local imenso e preenchido, mas entendi que em cada folha se guarda mais do que apenas correntes de ar. Ambiguidade e preponderância imaginária. Busco uma bela trilha sonora que enalteça a falta de juízo e que preze pela existência incompleta do ser. Olho uma imagem, seria orgulho chamá-la de minha? A respiração entrecortada afeta a solidão jamais cobiçada. É na frase que guardo a questão principal. Será que cada indivíduo permanece inerte em seus pensamentos amargos mesmo sabendo que a conclusão não é uma imposição do nada? Nas veias me correm linhas perfeitas de concepções, o que nem se compara à realidade próxima. Que o despercebido grite e que o melindre soe como melodia. Capítulo 1: O aprendizado jamais será temporário.

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