Aside

É estranho como as palavras fluem em minha mente desocupada. Não penso em nada, mas mesmo assim minha alma procura a nostalgia de sempre. Aquela vida passada, amassada, dobrada e reinventada que me espera de madrugada. Que é isso? Esse sentimento desnorteado pelo tempo, essa pausa, essa correria sem pressa, essa loucura trágica, esse amor frouxo, essa luta desarmada, essa ferida mal curada, essa página manchada pela estúpida gota de café e que jamais poderá ser lavada…? Não sei que força é essa que nos faz olhar para algo que parecia melhor, que parecia tranquilo, que parecia fazer sentido e já não interessa mais.

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