Aside

E vagando pelas ruas escuras do meu ser sinto que minha alma cansou. Ela geme de dor, de cansaço, de sofrimento, de decepção. Não suporta o peso provocado por seu próprio terror. Enquanto caminho expiro o ar desiludido e inspiro o medo das impossibilidades. Se já não conseguia, agora a tarde me enfraquece a cada dia. Aquela vida desgarrada, amada e intitulada faz parte de um futuro sem dono e sem cachorro. Não serve nem de estrada para trilhar nas madrugadas.

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